Pequenos produtores, grandes vinhos!
Com um profundo respeito pelo seu berço territorial - a Bairrada - , a carta de vinhos do "no Tacho" surpreende pelo serviço a copo e pela extensa variedade de vinhos - exclusivos -, oriundos de pequenos produtores das regiões vinícolas mais importantes de Portugal!
Conhecida como a Borgonha portuguesa, a Região Demarcada do Dão foi a primeira de vinhos não licorosos do país e a segunda região demarcada do nosso país destacando-se pelos vinhos gastronómicos, com acidez excepcional de aromas complexos e delicados. O seu carácter, complexidade, elegância, equilíbrio, maturidade e potencial de envelhecimento, são a combinação perfeita para robustez da gastronomia local
Banhada pelo Rio Douro, a Região Vinhateira do Alto Douro, produz vinho há mais de 2000 anos, entre os quais o mundialmente famoso vinho do Porto. A abundância de castas no Douro é notável e algumas das videiras mais antigas permitem produzir vinhos com uma estrutura e complexidade únicas. Tudo devido ao uso continuado e quase exclusivo das castas tradicionais como a Touriga Nacional e Touriga Franca, com as quais se produzem blends ricos, de cor profunda, complexidade e grande intensidade aromática.
O vinho da região dos Vinhos Verdes é único no mundo. Naturalmente leve e fresco, é produzido no território entre os rios Douro e Minho, no noroeste de Portugal, uma região costeira geograficamente bem localizada para a produção de excelentes vinhos brancos. Berço da carismática casta Alvarinho e produtora de vinhos de lote únicos, a região dos Vinhos Verdes oferece um conjunto ímpar de vinhos muito gastronómicos, de moderado teor alcoólico, de sabor frutado e de fácil beber, ideias como aperitivo ou em harmonização com os nossos petiscos, carnes brancas, saladas frescas e especialmente com os peixes e mariscos da nossa costa.
Esta região fértil, outrora com elevadas produções que abasteciam o mercado interno e as colónias em África, produz vinhos brancos muito frutados e de aromas tropicais ou florais e tintos jovens, aromáticos e de taninos suaves extraídos das castas nobres como a Touriga Naiocnal, Cabernet Sauvignon ou Merlot. A casta branca mais plantada na região é a Fernão Pires, sendo muitas vezes complementada pelas castas típicas da região como a Arinto, Tália, Trincadeira das Pratas, Vital ou a internacional Chardonnay.
Região quente e seca do sul, é dominada por extensas planícies de solos pobres. As muitas horas de sol e as temperaturas muito elevadas no Verão permitem a maturação perfeita das uvas que resultam em vinhos tintos encorpados, ricos em taninos e aromas a frutos silvestres. As castas brancas resultam em vinhos brancos geralmente suaves, com aromas a frutos tropicais. Impressionante é o processo de vinificação tradicional desta região, herdeira dos processos romanos, como a fermentação feita em grandes talhas de barro.